sábado, 6 de março de 2010

Falar de amor é falar de você, de instantes que ninguém compreenderia, é sorrir, brincar, brigar, e logo depois, estar junto. Falar de amor é lembrar de você, fala-se de amor com o toque, a magia do olhar, as lágrimas de saudade deslizando sobre o sorriso ao lembrar do riso seu. Falar de amor é pensar em coisas simples, é querer dividir, somando e ao somar, dividir, é rir por qualquer coisa. Falar de amor é querer sentir você, e jamais saber se você sou eu, ou se eu sou você. Falar de amor é compreender quem nem tudo é possível ou perfeito, mas que podemos e devemos sonhar com o impossível e sabermos que para o amor não existe essa história de perfeição e imperfeição. Falar de amor é falar de ser feliz, é lutar por um ideal sabendo que, no começo, meio e fim, há você. Falar de amor é não falar, é sentir cada momento como único. Falar de amor é esperar, sem querer saber se as horas passam devagar ou depressa, é simplesmente esperar por quem sabemos que nos espera. Falar de amor é não ter medo de se perder no ser a quem se ama, pois é nele que nos encontramos. Falar de amor é conjugar o nós, não existindo o eu ou o você.

Nenhum comentário:

Postar um comentário