Realmente, acho que tenho agido ultimamente como aquele calo chato que não sai do pé por nada. Desculpe-me até por isso, talvez isso seja uma preocupação com alguém que a gente estima demais – e acho que é esse o meu defeito: querer você. Mas isso tudo tem servido como uma experiência pra eu perceber que eu além de não ter o poder de mudar ninguém, não posso viver a vida por elas, por mais que eu as ame. E acho que você já está grande e talvez maduro o suficiente pra saber o que é melhor ou pior pra você e não sou eu nem ninguém que vai poder fazer isso por você. E a cada vez que me pego pensando nessas coisas, fico me sentindo triste, porque te vejo numa realidade totalmente alheia – ou eu sou lerda o bastante pra não acompanhar essas mudanças, ou as coisas estão caminhando pra uma direção totalmente diferente da que eu achava que fosse.
E, por me preocupar tanto com você, de tal forma que isso não tem parecido te deixar à vontade, eu acho que preciso me desligar por um tempo, pra evitar que tudo que um dia pra mim foi tão belo, forte e que parecia inquebrável, intocável, não se perca de vez, ou simplesmente tenha que ser esquecido. Saiba que tenho pedido muito a Deus que te guie, e te proteja até onde eu não posso ir; que faça você perceber o que você tem feito e que você siga um caminho cheio de muita luz, com a mesma quantidade de luz que você um dia teve a capacidade de iluminar e deixar a minha vida melhor de se viver. Saiba também que quando eu pensar em coisas boas, eu sempre lembrarei de você; quando eu ouvir certas músicas elas também te lembrarão; e principalmente que eu sou grata a você por tudo o que você fez por mim até hoje e me desculpa por não ter sido o que você imaginava que eu fosse. Lembre-se que eu te amo, e por mais que a dor e alguns pensamentos negativos tentem fazer com que isso se acabe, a gente nunca esquece quem se ama de verdade. Seja muito, muito feliz, e me desculpe por ser tão fraca. Se cuida.
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