segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Há em nossos dias, uma infinidade de cenas que podemos reconhecer a partir da mística dos outonos e das primaveras. Também nós cumprimos em nossa carne humana os mesmos destinos. Destino de morrer em pequenas partes, mediante sacrifícios que nos faz abraçar o silêncio das sombras. Destino de florescer costurados em cores, alçados por alegrias que nos caem do céu, quando menos esperadas, anunciando que depois de outonos a vida sempre nos reserva primaveras. Floresçamos.

Padre Fábio de Melo

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